Livro “As cascas de banana do português: não escorregue nas minúcias do nosso idioma”, da revisora Betty Vibranovski. À venda aqui.

Dúvidas de português? Seus problemas acabaram!

O livro “As cascas de banana do português – Não escorregue nas minúcias do nosso idioma”, da revisora Betty Vibranovski, reúne uma seleção de dificuldades e dúvidas frequentes de língua portuguesa, verdadeiras cascas de banana do nosso idioma, que fazem escorregar até os escritores mais experientes, e tem como objetivo esclarecê-las de forma sucinta e objetiva, sempre com exemplos do dia a dia.

Por que, porque, porquê ou por quê

Quais as frases corretas?

1) Não sei porque ela está rindo.
2) Não sei por que ela está rindo.

3) Se ele mentiu, eu queria saber porque.
4) Se ele mentiu, eu queria saber porquê
5) Se ele mentiu, eu queria saber por que.
6) Se ele mentiu, eu queria saber por quê.

Presença judaica na língua portuguesa  –  palavras, expressões e ditos populares de origem judaica. Entenda o significado de cristãos-novos, criptojudeus e marranos

Este artigo, da doutora em língua hebraica Jane Bichmacher de Glasman, mostra a influência judaica na língua portuguesa, com exemplos de palavras, expressões e ditos populares, como “passar mel na boca”, “apontar estrelas faz crescer verrugas nos dedos”, “pensar na morte da bezerra”.

Meia, Meia, Meia, Meia ou Meia?

Na recepção de um salão de convenções, em Fortaleza…

– Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.
– Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?
– Sou de Maputo, Moçambique.
– Pronto, tem uma palestra agora na sala meia oito.
– Desculpe, qual sala?
– Meia oito.
– Podes escrever?
– Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito. Assim, veja: 68.
– Ah, entendi, meia é seis.

Português é o único idioma em que se pode escrever um texto só com palavras começando por “p”

  Pedro  Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos…